Pro seu dia ficar melhor

As empresas precisam modernizar com urgência a capacidade de amar

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Quando a empresa tem confiança em seus colaboradores, respeito e admiração, dando-lhes motivação, ela recebe em troca funcionários dedicados, empenhados e produtivos.

Com isso a empresa ganha solidez no mercado e cresce.

A empresa ganhando solidez e crescendo, automaticamente os colaboradores ganham mais capacitação, conhecimento, formando a carreira que desejam e sendo excelentes profissionais.

Com isso a empresa e os colaboradores possuem um maior poder de compra, geram mais arrecadações, a economia se aquece, os municípios ganham, as cidades ganham, os estados ganham, o governo ganha. Com isso mais investimentos são feitos para o benefício da população. Todo esse ciclo volta ao início, e começa tudo novamente.

Bem, pelo menos era para ser assim.

Mas infelizmente temos presenciado  grandes empresas demitindo ou dando férias coletivas aos seus colaboradores.

Nos perguntamos como uma grande empresa, que dá treinamento, benefícios, possui tecnologia de ponta e está dentro de todos os padrões de qualidade e normas técnicas exigidas, pode vir a passar por uma crise como essa?

Foi por falta de investimento? Depende.

Foi falta de tecnologia? Depende.

Então qual é o segredo?

São diversos fatores. Isso é apenas um dente da engrenagem.

Muito se comenta sobre as transformações mercadológicas no cenário mundial que mudaram o comportamento de consumo das pessoas.

Por isso que insisto em lembrar que tudo envolve “sociedade”.

É básico saber que não adianta produzir se não há quem consuma.

A base de tudo se chama “fator humano”.

Muito simples, mas ao mesmo tempo não.

Sabemos que o Brasil está passando por uma recessão.

O gatilho que desencadeou tudo isso chama-se, novamente, “fator humano”.

E quem influenciou demais o fator humano? A mesma coisa que facilitou as nossas vidas, a tecnologia.

Embora tenha ajudado a facilitar o dia das pessoas isso não significa que elas se transformaram em pessoas melhores.

Temos presenciado um esfriamento nas relações, sejam elas profissionais ou emocionais.

Embora todos estejam conectados, sinto que as relações se transformaram em algo artificial, sem conteúdo, sem aquele interesse genuíno, ou seja, sem as relações naturais.

Voltando a falar de uma empresa, quando ela não possui confiança, respeito e admiração por seus colaboradores, quando não valoriza o seu trabalho e não lhes dá nenhuma motivação, os colaboradores se sentirão excluídos, desvalorizados e desmotivados. Deixarão de produzir, estarão desestimulados e ainda estarão mais facilmente sujeito a doenças. E não adianta investir em tecnologia e substituí-los por máquinas, pois eles engrossarão o caldo dos desempregados que não comprarão os produtos da empresa.

As empresas que estão passando pelas maiores dificuldades são as que promovem esta mentalidade.

Mas o que isso tem haver com a grande indústria que faz tudo corretamente e que está demitindo? Perfeito, lembra-se de que o mercado dela se fragmentou? O poder de compra dos clientes dela também está fragmentado nas outras empresas. É isso que torna todo o processo complexo.

Por isso que empresas que respeitam fornecedores, colaboradores e clientes também estão fechando as suas portas porque não depende só delas. Tudo faz parte de uma engrenagem chamada sociedade.

O mercado se fragmentou, as pequenas e médias empresas empregam estes outros consumidores.

Uma prova disso é que o mercado de carros de luxo cresceu, porque apenas uma parcela de pessoas podem comprá-los e estas pessoas não foram afetadas pela crise. Então este mercado não foi afetado porque seus consumidores continuam financeiramente saudáveis.

E o que dizer do restante dos outros consumidores? Já estes foram afetados, por isso pararam de comprar.

Além disso, somada a esta crise estão as denúncias de corrupção pelo qual o nosso país está passando.

Mas, qual é o segredo mesmo?

Novamente, o fator humano.

Quem desenvolve? As pessoas.

Quem contribui? As pessoas.

Quem gera renda? As pessoas.

Quem contrata? As pessoas.

Quem cria? As pessoas.

Quem constrói? As pessoas

Quem pode cuidar uns dos outros?  As pessoas.

A tecnologia é maravilhosa, mas em nenhum momento máquinas devem tomar o lugar de seres humanos. Se isso ocorrer, será o caus.

Se o mercado está fragmentado, significa que as grandes empresas terão que dividir o pão, caso contrário irão à falência, porque o crescimento delas num determinado momento vai parar,  porque só uma determinada parcela de consumidores podem comprar o que ela vende.

Concentração do poder nas mãos de poucos não dá e nunca deu certo.

Outra ação é a necessidade em erradicar a corrupção até as suas raízes. Difícil? Certamente, mas se isso não for feito, adeus crescimento.

Tudo o que foi desviado precisa ser devolvido, mas novamente, o fator humano entra em jogo.

A concentração do poder nas mãos de alguns só aumenta o fosso que divide a sociedade.

O resultado disso será mais violência, pobreza e tudo o que é ruim.

O “fator humano” precisa urgentemente voltar à pauta das negociações.

Não adianta tecnologia que beneficie apenas uma determinada classe de pessoas.

Não adianta construções modernas, empresas modernas e tudo o que é moderno e revolucionário se a sociedade não modernizar o seu pensamento.

Simples, nada disso é bom quando não existem consumidores para isso.

Menos trabalhadores, menos arrecadação, menos benefícios à população, menos desenvolvimento social, menos crescimento e junto disso uma política ruim.

Aonde tudo isso vai parar?

No que nós estamos presenciando hoje, a volta da inflação, incertezas e dúvidas.

Somente o fator humano pode reverter essa situação, ou serão apenas máquinas que permanecerão em nosso lugar.

As máquinas, mesmo diante da pior crise financeira de todos os tempos não precisam comer, não precisam de medicamentos.

Elas não sentem dor, não precisam de amigos, não importam-se com a sociedade em sua volta.

Não morrem, apenas param de funcionar.

O fator humano mente, é corrupto e egoísta. São estas algumas das razões pelas quais as pessoas se apaixonam ainda mais pelas máquinas?

Será isso os fatores de estarmos agindo da mesma maneira?

Estamos cultuando a tecnologia e nos esquecendo das pessoas?

Lembrando que não adiantará produzir se não houver quem consuma.

Leandro Tissiano

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