Qual o futuro da Mídia?

Pro seu dia ficar melhor – Qual o futuro da Mídia?

Crédito de imagem: Olhar Digital

 

Crianças Modernas

Quando uma criança ganha um Smartphone ou um Tablet ela deixa de andar só de bicicleta ou de só jogar bola.

Agora a criança divide a atenção entre as atividades físicas com os aparelhos tecnológicos. Entre as brincadeiras, estão inclusos alguns jogos virtuais, ironicamente, andar de bicicleta e jogar bola.

A criança está dividindo a sua atenção com todos estes objetos. Quem vai determinar quanto tempo a criança fica com cada um deles serão os pais.

 

Os adultos também estão modernos

 

Mas o que dizer de nós que somos grandinhos? Nós fazemos as nossas escolhas.

A TV e a internet estão entre essas escolhas.

Anteriormente, quando existiam os meios tradicionais de comunicação e lazer, estes meios lançavam as suas matérias e entretenimentos e nós apenas os consumíamos.

Hoje não é mais assim. Num mundo que ficou completamente fragmentado, com uma nova geração de pessoas que desde muito cedo já estão conectadas, o futuro da TV está ameaçado.

 

Melhores imagens poderão salvar a Televisão?

Será que imagens melhores, que em laboratório estão passando de 10K, poderão salvar o futuro da televisão?

Não adianta muita tecnologia com nada de conteúdo. É semelhante a uma pessoa bonita com zero de criatividade e educação.

Já que melhorar a qualidade de imagens não pode garantir o sucesso de audiência, os gurus das TVs precisam se atentar a esta nova geração de pessoas que passam a maior parte do tempo acessando a internet e não mais vendo TV.

 

Onde a TV precisa se instalar?

Por exemplo, por que as TVs não se deram conta de que se o público está migrando para a internet, então é lá que elas precisam investir pesado, e não disputarem a audiência com a internet?

Eu não vi ainda um aplicativo de TV no Google Play. Por exemplo, um aplicativo da própria emissora de TV. Baixe toda a programação da TV (…) no seu celular e assista todas as nossas programações ao vivo para que você não perca nada do que acontece aqui. Aproveite para deixar as suas sugestões sobre novos assuntos, entrevistas, entretenimento, etc. Dê a sua opinião. Interaja com a gente.

Eu não sei porque a TV de canal fechado mais divulgada nas TVs abertas não lançou ainda um aplicativo para baixar no celular as mesmas programações. Imagine você assistindo num aparelho móvel um filme em alta resolução, pelo WiFi de sua casa, pagando uma pequena assinatura por mês. O que eles estão esperando?

 

O que pode garantir o sucesso de uma boa audiência?

Nunca se foi o tempo de ouvir de pertinho o que o telespectador pensa, do que ele gosta, para acertar nas programações e angariar a audiência.

Será que o resultado ruim no lançamento de algumas novelas, programas de entrevistas, show de humor e outras programações foi o fato de não pesquisarem antes?

 

Eu decido o que vejo e ouço

Lembre-se, o que vinha a gente consumia, e agora? Agora eu posso escolher. Eu não preciso mais digerir o que colocam pra mim. Eu posso escolher. Que maravilha! Independência!

O que está faltando para as TVs investirem na internet?

E o que dizer da publicidade? Ninguém vive sem patrocinador. Estas TVs precisam pensar em soluções criativas rapidamente, ou suas audiências despencarão ainda mais.

Disputar com a internet não é o melhor caminho. O caminho é juntar-se a ela, criando TVs dentro da internet.

A internet já está nas Smart TVs. Então as TVs devem estar na internet. Uma via de mão dupla.

E é claro, tendo boas produções de conteúdo.

Leandro Tissiano

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