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Entrevistei a Tania Morales do Programa Noite Total da Rádio CBN São Paulo

Pro seu dia ficar melhor – Entrevistei a Tania Morales do Programa Noite Total da Rádio CBN São Paulo

TANIA MORALES FOTO

Uma das âncoras da Rádio CBN, Tania Morales, que você ouve todos os dias a partir das 21 horas no CBN Noite Total,  me concedeu a honra de entrevistá-la. Tudo bem que não foi uma entrevista com filmadora e microfone na mão, até porque eu não sou jornalista e ela está em São Paulo e eu em Londrina. O que ela fez foi gentilmente responder as minhas perguntas.

Admiro o trabalho dela e por eu ter interesse em conhecer mais de perto a rotina de uma pessoa que fica atrás de uma bancada falando para milhares de ouvintes, penso que é uma responsabilidade muito grande e seria muito bom conhecer um pouco sobre esta profissional. Pensando nisso entrei em contato com ela e agora quero compartilhar com vocês um pouco dessa experiência.

A Tania Morales possui uma voz marcante, suave e encantadora. Até notícia ruim fica gostosa de se ouvir na voz dela. Se você não a conhece é só ficar sintonizado na Rádio CBN, no programa Noite Total a partir das 21 horas, e aos domingos, no período da tarde. Apenas quando a CBN transmite futebol com o Deva Pascovicci que ela não entra no ar.

Mas, continuando, também gostaria de agradecer a Tania por ter aceitado o meu presente que foi uma foto que eu trabalhei no Photoshop e que eu enviei para ela. Ela gostou tanto que postou na sua página no Facebook. Obrigado Tania. A foto é essa que você está vendo aqui no início deste post.

Mas, vamos à entrevista:

1- Tania Morales, se hoje você não fosse a grande jornalista, comunicadora e uma das âncoras da Radio CBN, o que você seria?

Antes de mais nada, obrigada pelo “grande”. Se não seguisse a carreira de comunicação, teria sido psicóloga. Sempre achei uma área muito interessante, até mesmo por influência do meu pai, que é psiquiatra.

2- Quando você descobriu que tinha vocação para ser jornalista? Em que fase ou época de sua vida isso aconteceu?

Foi na infância ainda. Com uns 7 anos de idade eu e a minha vizinha Karin brincávamos de ser repórter e entrevistávamos até as plantas do quintal. Depois de muito tempo fui saber que ela também se formou jornalista.

3- Na sua opinião, quem ou quais as pessoas que foram o seu braço direito para alcançar cada fase de sua profissão?

Antes de mais nada, meus pais foram cruciais porque me pagaram a faculdade. Naquele tempo, 1994, o estágio não era remunerado como é hoje. Se eu tivesse que trabalhar para pagar meus estudos, certamente teria mais dificuldade para entrar no mercado. Não queimei etapas ao longo da carreira e conquistei cada espacinho com muito trabalho e dedicação. Até hoje é assim: sem benevolência de ninguém e com muito esforço.

4- Além de jornalismo, que outra atividade você faz que te deixa muito feliz nas horas vagas?

Gosto de coisas triviais, como tomar um café da tarde com a família, por exemplo. Ir ao cinema também está entre os meus programas preferidos. Gosto muito de receber pessoas em casa. Neste ano descobri as maravilhas da corrida e procuro correr regularmente.

5- Coloque na ordem de prioridades os seguintes passatempos não relacionados a sua profissão:ler um livro, caminhar, algum tipo de esporte em específico, cinema, teatro, viajar, show musical, ouvir música, visitar os amigos e parentes, churrasco com a galera, pescar, ou outra atividade que eu não relacionei aqui.

Viajar, ler, caminhar, cinema, receber e visitar amigos e parentes, teatro.

6- O que lhe atrai mais em ordem de prioridade: gato, cachorro, alguma ave, tipo de flor, tipo de doce, salgado, prato de comida, tipo de bebida, ou outra coisa diferente das que eu relacionei aqui.

As flores são muito efêmeras, por isso merecem o topo da lista. A mais especial pra mim é o girassol, que está sempre procurando a direção da luz.

7- O que você mais aprecia e o que você menos aprecia nas pessoas?

Gosto de pessoas que respeitem as diferenças e, por oposição, tenho pavor dos intolerantes.

8- Quem em especial, no âmbito “amizades” que você um dia conheceu e gostaria de ver novamente? E por que?

Tem uma amiga de infância, a Carlinha, que era muito divertida. Éramos muito próximas e aprontamos várias na escola. Lembro dela com saudades.

9- Na sua opinião, se não fosse no Brasil, em qual país você moraria e por que?

Eu não deixaria o Brasil para me instalar permanentemente em nenhum outro país. Mas moraria em um país europeu por uns dois aninhos tranquilamente. Estando na Europa é muito fácil viajar para vários países e você fica constantemente em contato com outras culturas e idiomas.

10- Tania, qual foi a maior dificuldade que você encontrou no caminho para a sua realização como mulher, e durante esta caminhada, você já pensou em desistir alguma vez?

Acho que ainda existe um machismo meio disfarçado. Mesmo no meio radiofônico, se você observar, ainda hoje os principais comunicadores são homens. A voz masculina passa credibilidade sem precisar de muito esforço. As mulheres precisam se desdobrar porque alguns traços próprios nossos, como a delicadeza, podem ser confundidos com fragilidade. Fico feliz de fazer parte de uma geração que está mudando esse paradigma. Nunca pensei em desistir.

11- Você se considera ser mais uma mulher romântica, séria, sonhadora, firme, leal, guerreira, ou todas estas qualidades juntas?

Depende da circunstância sou mais uma coisa ou outra. Não dá para ser sonhadora quando a situação exige frieza de raciocínio, por exemplo. Aí você cairia na ingenuidade. Mas também perder a capacidade de sonhar nos torna autômatos. Tem hora pra tudo.

12- Que mensagem você deixa para todos os seus fãs e amigos que estão buscando a área de jornalismo e comunicação?

Goste das pessoas acima de tudo e não se deixe levar pela vaidade. Preserve o senso crítico e o ceticismo, sem nunca aderir às teses mais convenientes à sua carreira. Mantenha os seus princípios como bússola, sempre.

Obrigado Tania. Aprendemos muito com essa troca de experiências.

Leandro Tissiano

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