A fé edifica relações enquanto o fanatismo destrói os corações

Pro seu dia ficar melhor – A fé edifica relações enquanto o fanatismo destrói os corações

Segundo alguns dicionários digitais, a palavra fanatismo significa “adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo”, ” Pessoa que acredita cegamente em alguma coisa, não admite contestação”.

A palavra fanático significa “Aquele que segue ou defende apaixonadamente um seita ou opinião, seja filosófica, religiosa ou política; quem pratica alguma coisa de maneira apaixonada”.

O fanatismo não é o mesmo que hobby, por exemplo, um colecionador de cachimbos, charutos, cervejas, selos, moedas e muitas outras manias que os colecionadores possuem.

O fanático é diferente porque na maior parte das vezes, ele não aceita novas ideias. Quando interrogado fica agressivo. Julga de uma forma unilateral, possui uma cabeça fechada, aposta todas as suas fichas na sua extrema credulidade. Geralmente as bases de sua credulidade são subjetivas e pouco racionalizadas. Possui uma forte tendência à ser individualista, e pouca praticidade quando se é para agir em determinadas circunstâncias que exigem rapidez nas suas ações.

Nestes últimos quinze a vinte anos, estamos vendo uma transformação significativa nas pessoas. O fanatismo está ficando cada vez mais concentrado em pequenos blocos. E estes pequenos blocos estão se fragmentando ou ficando isolados.

As pessoas estão sendo mais seletivas no que elas acreditam, e está havendo com mais regularidade um diálogo de ideias, não mais uma insistência na defesa de suas teses.

É claro que tese possui base para defesa, diferente de fanatismo que não possui nenhuma base.

Isso significa o fim da fé? O fim da religião? Não, significa o fim da adoração cega, o fim do fanatismo, seja ele, religioso, político ou social.

Anteriormente as pessoas tinham a tendência de defender com unhas e dentes as suas crenças. Isso está mudando.

Antes a palavra final, ou a verdade absoluta, era aquela dita pelo padre, pelo pastor, político ou qualquer outro líder carismático. Hoje, as pessoas buscam informações e pesquisam mais, antes de acreditarem em tais ensinamentos ou argumentações. Ainda bem, precisamos de pessoas com um perfil social mais participativo e colaborador, mais interativo e menos discursivo.

O primeiro indício de que a pessoa que se viu por muitos anos acreditando em algo que se provou não ser o que ela pensou que era, é quando ela se sente frustrada.

A frustração é terrível, mas nessa situação é muito bem vinda, porque quando a pessoa se frustra com algo que ela esperava e não acontece, ela muda. Ela se mexe, ela sai da zona de conforto. Ela passa a pensar diferente, a sua mente se abre e começa a ver a vida com outra perspectiva, menos emocional e mais racional.

O fanático não se frustra porque é cego. Ele não consegue ver erros ou defeitos em sua credulidade.

Aqueles que enxergaram passaram a ver que o preto não era tão preto, era cinza. Que o branco não era tão branco, era gelo.

O que ela acreditava que eram certezas incontestáveis se tornam argumentações subjetivas.

A partir desse momento uma nova luz penetra no consciente da pessoa e ela passa a ser mais amistosa, meiga, receptiva, amiga, menos intolerante e mais amável.

Precisamos nos amar mais, a nos respeitar mais, a nos querer mais. Chega de intolerância, seja ela religiosa, política ou social.

Leandro Tissiano

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