Casais que se amam verdadeiramente

Não existem casais perfeitos, mas existem relações de amor e de afeto verdadeiras e duradouras.

Talvez seja a leveza das palavras usadas em suas conversas, ou quem sabe, as brincadeiras divertidas e o bom humor entre os dois, ou talvez seja a troca de olhares entre si, ou a troca de carinho, ou talvez seja o respeito e a admiração que sentem pelo outro, não importa, o que importa é que tais ações e sentimentos fazem a relação durar.

Valorizar cada instante a companhia de uma pessoa que mostra real interesse por você e não apenas por seu bolso. Caminharem, pedalarem de bike, correrem, irem ao teatro, cinema, show, não importa, qualquer motivo para sair com uma companhia agradável se tornará divertido para um casal que se ama, pois na realidade, a finalidade do passeio é apenas ficarem juntos.

Amar verdadeiramente quem corresponde ao seu amor, não necessariamente precisa seguir uma lógica. Por exemplo, ela pode ser médica e ele um advogado, nada interfere na relação. Ambos conseguirão trocar boas experiências construtivas, embora sejam de áreas profissionais diferentes.

Casais que não se curtem, mesmo tendo tudo de que necessitam, não possuem mais uma sintonia entre eles. É como se na companhia do outro, não houvesse ali nenhum momento de prazer e alegria.

Casais que se amam de verdade também discordam ou discutem algumas vezes, mas nunca ao ponto de ferir a moral ou a índole do outro.

Um casal com uma sintonia afinada enfrenta um engarrafamento trocando boas conversas dentro do carro, e não reagem com xingamentos desnecessários ou buzinando para outros carros saírem da frente. Casais com a relação desgastada não conseguem ver mais o lado bom das dificuldades e nem a importância da companhia do outro.

Casais que se amam verdadeiramente possuem uma relação solta, leve e descontraída. Confiam um no outro e sabem equilibrar a privacidade que possuem e a privacidade do outro.

Não são possessivos, controladores ou dominantes. A relação flui. Não fazem nada que possa prejudicar gravemente a relação.

Casais que se amam verdadeiramente não são grudentos, melosos, e em espaços públicos chegam a se comportar mais como grandes amigos do que como namorados. Quando estão entre amigos e parentes, conseguem trazer muita alegria e positividade aos seus grupos. Eles possuem uma magia que consegue contagiar a todos os que estão por perto.

Não são falantes, não causam impacto por onde passam, são discretos. Mas a presença deles é inexplicavelmente marcante.

Ela e ele não concordam em tudo. Possuem pontos de vista diferentes, e cada um tem as suas falhas e qualidades. Talvez ela seja mais sonhadora, talvez ele seja mais centrado, mas, ambos sabem exteriorizar as suas ansiedades e estresse sem perderem o respeito pelo outro.

Nenhum manual de instrução pode descomplicar uma relação complexa quando não há sintonia entre o casal. Para quem não se ama de verdade, um bom manual pode virar um livro carregado de regras rígidas, escrito em um idioma estranho ou  numa língua estrangeira.

Tudo se resume em uma única palavra, tudo se resume em uma única atitude: “AMOR”.

Leandro Tissiano

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9 thoughts on “Casais que se amam verdadeiramente

  1. Muito bacana! Super concordo! Estou com o meu marido há 20 anos (no todo), e nem sempre as coisas são flores, romantismo e coraçõezinhos pelos ares, mas sem dúvida alguma a parceria, a amizade, a admiração, o carinho, o respeito e o amor um pelo outro faz com que toda a jornada tenha valido a pena para chegarmos onde chegamos….

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  2. Eu estou casada à cinco meses, mas nos conhecemos e namoramos à quatro. Antes de marido e mulher, somos companheiros de tudo, somos amigos amigos um do outro, há muito respeito mutuo, há seriedade mas também muita brincadeira pelo meio…Claro que há momentos tensos, mas nunca deixamos que se arraste por muito tempo (uma das promessas que fizemos um ao outro). Fomos finalmente abençoados com uma relação forte e muito bonita. :) Beijos

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  3. Eu diria que, a par do amor, a palavra mais importante é comunicação. E com ela, a capacidade do casal de não ir deixando “areia na engrenagem”!
    Falo com conhecimento de causa, ou seja, após 21 anos de partilha de uma gratificante relação.

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  4. Parabéns, eu não, já tive muitos altos e baixos nestes também 21 anos, e foram estas circunstâncias que fizeram eu entender muito bem o que é um amor transparente e verdadeiro. Obrigado Dulce por seu comentário. Abs

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  5. São exactamente esses altos e baixos próprios da natureza e das relações humanas, juntamente com tudo o que muito bem refere no seu post, e ainda as palavras que não ficaram por dizer (a tal comunicação que eu referi), que permitem a um casal chegar a um ponto de equilíbrio.

    E que permitiram que sejamos uns “pequenos heróis”, ao termos ultrapassado os 20 anos de vida em comum com os nossos respectivos companheiros, especialmente num mundo como o de hoje, onde o facilitismo e o efémero têm tanta força.

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