Não venda gato por lebre

TRANSPARÊNCIA PRO SEU DIA FICAR MELHOR

O título deste post “Não venda gato por lebre”, na realidade é conhecido como “Não compre gato por lebre”, mas como faz referência aos que negociam qualquer tipo de serviços e produtos com seus compradores, o título é “Não venda gato por lebre”.

Iniciando este post com uma analogia, a grande maioria concorda que o porcelanato é moderno, resistente e possui um excelente acabamento. É indispensável para aqueles que gostam de requinte e sofisticação.

Uma parede revestida com a sensibilidade e os detalhes marcantes do porcelanato transformam a casa num ambiente moderno, sereno e aconchegante. Porém, em uma uma parede ou piso desnivelados, mesmo com toda a beleza do porcelanato, o efeito seria outro, as falhas seriam ainda mais evidentes.

Não se consegue ver o que está atrás do revestimento de uma parede sem a ajuda de equipamentos de infravermelho, mas, quando a parede ou o chão não estão alinhados, o porcelanato, por mais moderno, sereno e bonito que possa ser, haverá falhas no projeto que serão observadas por àqueles que ali estiverem.

Levando esta analogia para o lado comercial, da mesma forma, existem pessoas que tentam consertar os erros da negociação, pensando que se darão bem, sendo que todo o seu negócio foi montado sob uma base frágil, desnivelada, incorreta, e mau construída. Insistem em tentar arrumar o que já começou errado e o que continua errado, achando que o resultado será diferente.

Ilustrando:

Imagine um profissional que em sua ânsia de trazer resultados, esteja desesperado para fechar novos negócios. Ele rapidamente traça um parâmetro, elabora as negociações não dando importância aos detalhes e vai pra cima do comprador, em busca de terminar logo o seu trabalho.

Voltando ao exemplo da casa, seria o mesmo. Imagine que o construtor não dê importância para a fundação e o levantamento das paredes, que esteja em um ritmo acelerado para terminar logo esta fundação, as paredes e o contrapiso. Ele confia que no momento do revestimento, tudo será encoberto com o porcelanato, disfarçando as deficiências de sua mão de obra.

Acredite, existem casos absurdos de falha de projeto, onde maus profissionais tiveram que recortar a laje e paredes porque esqueceram de instalar conduítes. Outros casos de maus profissionais é levantarem paredes absurdamente tortas, ficando mais caro o reboco do que a colocação do revestimento.

Assim são os maus negócios. Na ânsia de se fechar contratos, esquecem de orçar corretamente os valores. Há retrabalho. O cliente não quer pagar a diferença, e para as coisas não piorarem, a empresa precisa arcar com os prejuízos.

Outra analogia, imagine uma pessoa conhecendo o amor de sua vida, se apaixonando por ela, e no meio dessa relação ela descobrisse que a sua amada não disse toda a verdade. Dependendo do que ela escondeu, seria decepcionante ou imperdoável, caso esses segredos fizessem toda a diferença na relação.

Assim é a visão que o cliente tem quando ele descobre que o resultado não não correspondeu ao que foi proposto, ao que parecia ser uma relação comercial saudável e transparente, mas que se mostrou na realidade enganosa.

Por mais que alguém seja bom, carismático, empolgante e persuasivo, tentar empurrar algo ruim para o cliente achando que poderá disfarçar serviços ou produtos ruins, obviamente, será desastroso.

Elaborar corretamente as estratégias, não deixando tudo para o final achando que poderá mascarar coisas deixadas para trás, estudando com carinho todos os detalhes, fazendo as coisas conscientemente, e construindo a base corretamente desde o início da negociação, é bem provável que será um bom alicerce comercial para a construção de um bom negócio e quem sabe até de uma boa amizade.

Leandro Tissiano

Estou preparado(a) para assumir um cargo de Liderança?

Comemorando a Promoção!

Depois de algum tempo dentro da empresa, a promoção finalmente havia chegado. Empolgado, muito feliz, não hesitou em convidar todos os amigos para comemorarem. Beberam todas no fim de semana!

Na segunda pela manhã, a Diretoria lhe chamou para conversar, e ele, mal poderia imaginar. O que era para ser a sua primeira reunião, transformou-se na sua primeira e última decepção.

continua…

A estratégia de Marketing que saiu pela culatra

Uma estratégia de Marketing muito utilizada dentro do Ponto de Vendas é a degustação, e nada melhor do que provar o produto exposto.

Mas, esta estratégia, as vezes pode ser um tiro no pé, pois se o produto não é conhecido e ele vem para brigar com marcas já consagradas, ele precisa ser muito bom, pois pode ser uma arma contra a própria indústria, e um aliado da concorrência.

Como assim? Eu explico. Neste mês, uma empresa de cervejas “não tão conhecida” montou um pequeno espaço para expor os seus produtos dentro de uma rede de supermercados.

As moças estavam muito bem vestidas, apresentáveis, e o atendimento cordial e simpático, perfeito. Os produtos possuíam uma bonita embalagem, ou seja, o visual estava muito agradável, mas, como um presente ruim dentro de uma caixa bonita, assim era aquele produto, pois o seu sabor estava fora daquele conceito em que ele fora apresentado.

Resultado? Os clientes só tiveram ainda mais uma certeza, eles manteriam a sua decisão de compra, de retirar da gôndula as suas cervejas já preferidas e consagradas.

O produto ficou aquém das expectativas, e a maioria que o degustou correu para a marca concorrente.

Toda a estratégia foi montada para fortalecer a marca, e no fim quem saiu ainda mais fortalecida foram as marcas concorrentes. E os concorrentes não pagaram um centavo na divulgação de seus produtos.

Fica claro que não se pode desafiar o concorrente dentro de seu território, se no mínimo, a empresa não possui o ingrediente mais importante, neste caso, o sabor, tão bom quanto os que já estão consagrados no mercado.

A empresa estava com as suas expectativas infladas acreditando que o produto era bom, mas lembre-se, a decisão de ser bom ou não, cabe aos clientes e nunca na visão parcial da empresa que fabrica o produto.

Leandro Tissiano

O Marketing estratégico e ético gera valores para a empresa e a sociedade

A visão estratégica de marketing de uma empresa é semelhante a um rio que abastece uma aldeia. Continue reading “O Marketing estratégico e ético gera valores para a empresa e a sociedade”

Cuidado com as imitações, busque sempre a sua originalidade

Quando éramos crianças, havíamos sido influenciados pelos mais velhos. Hoje, os mais velhos estão sendo influenciados pelos mais jovens.

Quando éramos adolescentes, ficávamos nos espelhando nas pessoas de sucesso, e isso permanece, principalmente nas áreas artísticas e nos esportes.

Mas, quando finalmente nos tornamos adultos, foram as forças das circunstâncias, a competitividade entre as pessoas e a concorrência aberta entre todos que nos forçaram a copiarmos aquilo que deu certo para outros e quais os procedimentos de sucesso que estes aplicaram em suas vidas.

Continuamos a copiá-los, mas as coisas foram um pouco diferentes no nosso caso, os resultados não foram os mesmos, e então aprendemos que o sucesso está mais nas características e habilidades de cada pessoa, do que especificamente nos produtos ou serviços.

Por exemplo, talvez abrir um negócio idêntico ao que uma outra pessoa abriu, não necessariamente fará de nós pessoas que tenham o mesmo sucesso.

O que entendemos por experiência de vida é que muitos dos processos e negócios podem dar certo no nosso caso quando pegamos estes exemplos e os aperfeiçoamos, tornando o nosso produto ou serviço em algo diferenciado. A partir deste momento é bem possível que as coisas andem e gerem resultados positivos.

Mas, como manter a originalidade num mundo cheio de fotocópias? Até que nível podemos nos considerar originais? Em que aspectos podemos nos considerar autênticos, criativos e inspirados?

Uma dica seria inventando métodos próprios ou aperfeiçoando métodos existentes, para destacar-se dos outros.

Outra dica seria pegar boas ideias e as transformarmos em grandes ideias. A criatividade é quando tiramos soluções de onde antes existiam apenas interrogações. Precisamos aprender a olharmos de um ângulo diferente dos demais, a tão famosa frase, ficarmos de “fora da caixa”.

Existe um caminho exato para buscarmos a nossa originalidade? Não, cada pessoa precisa descobrir isso na prática, primeiro, se conhecendo melhor, fazendo uma auto análise, descobrindo o que gosta de fazer, o que lhe deixa feliz, sentindo-se bem consigo mesmo.

O que isso tem haver com saber que negócio abrir? Tem tudo haver, pois imagine você fazendo algo que lhe gere apenas estresse, apenas ansiedade e medo, seria possível este negócio dar certo? Você precisa sentir prazer no que faz, e isto está diretamente relacionado com o seu bem estar emocional.

Outra dica seria buscar a sua criatividade, não importa qual seja a sua área. Para ser criativo, é fundamental que você esteja bem, pois grandes ideias acontecem em momentos inesperados. Podem surgir em qualquer instante. A criatividade não é um dom, é persistência, são erros e erros até alcançarmos a perfeição.

Outra dica seria sempre pensar nas soluções, entendendo os problemas com esta perspectiva, desenvolvendo estratégias, criando questões, fazendo perguntas, reservando um tempo para a ideia amadurecer e mantendo a cabeça aberta.

Ainda dá tempo? Mesmo que não haja tempo suficiente onde tudo se torna passado em questão de minutos, reservar tempo suficiente é necessário, caso contrário as ações desenvolvidas e o planejamento não serão bons o suficiente.

Buscarmos a nossa originalidade imitando outros não é nada original. Podemos nos inspirar neles, mas nunca copiá-los. Que possamos desenvolver as nossas próprias ferramentas para isso.

Não podemos inventar a roda novamente, mas podemos criar adaptações nela. Isso vale para tudo em nossas vidas.

Leandro Tissiano

O Marketing sem ética está desfalecendo

O que está acontecendo? Por que ela não está respirando?

Eu não sei, eu a encontrei aqui deitada. Ela estava tentando me dizer alguma coisa, não sei bem ao certo.

A sua aparência é tão jovem e bonita. Por que uma garota como ela foi deixada aqui?

Quem são vocês? Uma senhora idosa pergunta.

Nós estávamos passando por aqui e não queríamos deixá-la sozinha.

Eu a conheço, a velha responde.

E quem é ela? Eles perguntam.

Uma moça idiota, uma sonhadora imbecil, alguém que acreditava em tudo o que diziam à ela.

A senhora sabe quem fez isto com ela? Claro que eu sei. Sou eu que a encontro todas as vezes jogada aqui, todos os dias, mas hoje vocês chegaram antes do que eu.

O que a senhora está tentando dizer?

Rapazes, esta moça largada aí no chão ainda acredita no amor, e toda pessoa que ela se entrega a abandona e a deixa aqui jogada neste buraco.

Eu canso de falar com ela para parar de acreditar nas pessoas, mas ela insiste nisso.

Só que desta vez, está aumentando o tempo em que ela fica desacordada. Tenho medo que um dia ela não acorde mais.

Os dois rapazes se afeiçoaram a garota imediatamente depois que a velha revelou o que estava acontecendo com ela.

A tomaram em seus braços, a levantaram e a deitaram em um local seguro e confortável. Cuidaram dela, revezando entre eles o tempo que passavam com ela.

E aí? O que você vai dizer quando ela acordar? Perguntavam um ao outro. Eu não sei, talvez direi que encontrei a minha alma gêmea.

Algum tempo depois, no meio da noite a moça acorda, e inexplicavelmente os dois rapazes desaparecem.

Ela os devorou, comeu toda a sua carne e bebeu o seu sangue.

Marketing sem ética é isso. Basta uma boa trama, os personagens certos e uma história comovente que as pessoas saem comprando algo que mais tarde possa lhes trazer problemas de saúde.

O que estava se encaminhando para um final feliz, se transforma em um verdadeiro pesadelo.

O Marketing não pode desfocar o assunto principal para proteger os seus anunciantes. Os anunciantes são os que precisam se adequar a nova realidade, a de estarmos inseridos em uma nova sociedade mais atenta ao que se produz e ao que se consome.

Não existem mais as famosas jogadas de mestre dos grandes Publicitários, ninguém mais pode ser facilmente persuadido.

Não se pode mais se colocar em posição de risco, como se a Publicidade fosse isenta destas responsabilidades com os seus anunciantes.

Quem é o responsável pelo assassinato dos dois jovens? A moça? A velha? ou as duas? Eu nem preciso dizer quem é o Publicitário e o anunciante, ou preciso?

Já está mais do que na hora de se ter ética no Marketing. Se ele vai sobreviver, só o tempo irá mostrar.

Leandro Tissiano

As TVs abertas e por assinatura irão à falência

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Já  comentei aqui neste Blog sobre o futuro da TV, mas é necessário comentar sobre isso novamente, visto que nesta semana fui surpreendido por algo que já vem se arrastando por anos.

Por muito tempo eu fui assinante da SKY, mas amigos, depois que a gente conhece a NETFLIX, eu não vejo nenhuma necessidade de programação exclusiva pela SKY. Quando quero exclusividade eu vou ao cinema e assisto aos lançamentos. A NETFLIX também possui os seus próprios lançamentos, e são muito bons por sinal. E o preço é muito convidativo.

Mas voltando ao raciocínio, eu estava me cadastrando no site da Globo porque estava querendo assinar ao canal SporTV, mas, o SporTV pertence a Globosat, que também é uma TV por assinatura. Ou seja, eu não posso assistir a programação em meu computador ou notebook se eu não tiver uma TV por Assinatura, ou da Globo, ou das empresas de TV por assinatura parceiras da Globo.

Agora eu lhe pergunto, você ainda assiste TV da mesma forma que anteriormente? Sentado em frente a TV?

Eles ainda não entenderam que o novo telespectador assiste TV de seu computador, notebook, Smartphone, etc, menos na TV. Eu mesmo não ligo a TV na programação aberta a muitos meses!

Quando o cliente não está no Facebook, está no Youtube. Praticamente ele está conectado na internet a maior parte de seu tempo, ou se divertindo ou trabalhando.

Por que a Netflix deu tão certo? A Netflix conquistou milhões de expectadores porque deu a liberdade à eles de assistirem filmes através da internet sem a necessidade de terem um aparelho decodificador instalado na TV, que a cada dia possui menos expectadores em frente destes equipamentos, porque tudo está na WEB.

A Netflix também não lhe obriga a comprar pacotes de programações que você não quer assistir. Imagine você em um restaurante louco para degustar aquela picanha e o garçom lhe diz que para saborear a picanha você precisa comer o jiló, o quiabo e o rabanete, porque pertencem ao mesmo prato? Loucura, não é mesmo? As TVs por assinatura fazem o mesmo. A Netflix não. Ela oferece o melhor e o pior sem cobrar nada a mais por isso. Você escolhe o que quer ou não assistir e paga apenas um único valor.

As TVs insistem em ficarem na sala de estar, mas a realidade é outra. Muitos fazem tudo pela WEB, abrem dezenas de telas na WEB, mas não possuem dez TVs por assinatura diferentes, entendem o que eu estou dizendo?

As TVs por assinatura precisam fazer uma fusão tecnológica com a tecnologia da WEB urgentemente. Não dá para carregar um decodificador debaixo do braço o tempo todo, mas assistir TV ao vivo do celular ou tablete e notebook é possível, para isso basta estar conectado a internet. As TVs por assinatura precisam oferecer programações ao vivo pelo sistema Streaming. Não é o que a NETFLIX faz?

Sabe como eu vejo o futuro da TV caso elas não se modernizem a tempo? Da mesma forma que as máquinas de datilografia. Assim que os computadores chegaram, ninguém mais precisou possuir uma máquina de escrever. O aparelho “TV” também será totalmente substituído por uma tela de computador ou uma Smart TV, e o que as TVs por assinatura estão esperando para disponibilizarem a mesma programação sem a necessidade de antenas e decodificadores externos?

O que as TVs por assinatura estão esperando para disponibilizarem os seus serviços online através de Streaming?

Para se ter uma ideia, eu comecei a digitar o número de meu cartão para assinar o SporTV, mas desisti quando entendi que não conseguiria assinar o serviço sem possuir uma TV por assinatura.

Imaginem quantos clientes as TVs tradicionais e por assinatura estão perdendo porque não conseguem entenderem que o futuro da TV está na WEB.

Se a Globo disponibilizasse o canal SporTV da mesma maneira que a Netflix faz, hoje eu teria me tornado um assinante, e quem sabe muitos poderiam estar fazendo o mesmo.

As TVs tradicionais precisam entenderem que apenas programação com sinal digital não podem segurar mais os telespectadores.

Eles precisam disponibilizarem as suas programações online na internet, precisam entenderem logo isso, ou deixarão de existir em um curto período de tempo.

Quer uma prova disso? Quantos de sua família estão sentados em frente a TV neste momento e quantos estão conectados na internet? Então, o futuro está lá.

É difícil entender qual será o futuro da TV caso não migrem para a WEB?

Leandro Tissiano

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O público alvo a partir dos 40 anos precisa ser mais valorizado

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Não tem sido nada fácil as Agências de Comunicação segurarem a atenção de seus expectadores.

A ideia central dos anunciantes é usarem pessoas que estão em alta nas mídias sociais ou no mundo dos esportes e do entretenimento, e quando tais atores fazem parte do segmento do anunciante, é o pacote perfeito para que uma campanha de Marketing obtenha um melhor resultado.

Porém, este não é o único desafio. O famoso botão “Pular anúncio” se tornou na pior barreira para os anunciantes e de seus criadores publicitários.

Se torna um desafio quando se precisa dosar público alvo, produto ou serviço, meios de comunicação e a mensagem.

No nosso País é prevalecente a ideia de terra tropical, mulheres bronzeadas, suor no rosto devido ao clima quente que prevalece na maior parte do Brasil, festas e baladas. A tendência dos nossos anunciantes é trabalhar com este cenário, tendo na sequência produtos de saúde, esportivos, de entretenimento, alimentos, bancários e automotivos.

Mesmo crianças de apenas 1 ano que já possuem acesso à vídeos no canal YouTube aprendem a clicar no “Pular anúncio”.

Mas, nós, um público mais adulto, a partir dos 40 anos até os 70 anos, somos mais exigentes e mais despreocupados com tendências, talvez um dos públicos mais difíceis de serem alcançados pelos meios de comunicação.

A maior parte da comunicação é voltada para os mais jovens, e quando se fala em um público mais velho, geralmente se associam à ele produtos rejuvenescedores, planos de saúde, aposentadoria, viagem dos sonhos, carros espaçosos e que tomam grandes vagas em estacionamentos.

Mas espere um pouco, saiba que o público dos 40 aos 60 anos está muito diferente. Tem muito velhinho se sentindo um jovem de 25 anos. A única coisa que prevalece em um público com mais de 40 anos é a exigência e o espírito crítico, pois é um público que não aceita ser enganado e sabem dizer não aquilo que não lhe interessa ou que não é digno de sua atenção.

Talvez seja este público que mais aperte o botão “Pular anúncio”, e eu, embora publicitário, não me canso de apertá-lo, não porque sou rebelde ou estou contra a classe, falo como consumidor, e comerciais com mais de 5 segundos no YouTube é muito, veja bem, na minha opinião. Se você gosta de assistir é um direito seu.

Cinco segundos é o suficiente para assimilar a marca, produto ou serviço, porque se gerar expectativa no telespectador, certamente ele irá querer se informar sobre o anúncio e vai clicar no link. Não precisa mais que isso.

Vou dar um exemplo. Eu, quando quero relaxar, ou ouvir uma playlist no YouTube, costumo conectar meu smartphone no aparelho de som ou no fone de ouvido. Estou eu calmamente relaxando quando de repente entre uma música e outra, do nada,  aparece uma “manada de elefantes sendo conduzida por índios” (hipérbole ilustrativa) gritando “TANG! TANG! TANG!”

Pensa num tremendo susto! Gente! Que isso? Ninguém merece! A marca quer mostrar alegria, vivacidade, mas, com uma entrada dessa, é pior do que o comercial da Dolly!

Além do quê, eles gravaram o áudio numa potência bem maior do que o que é veiculado pelo YouTube. Então a entrada do comercial parece uma corneta arrebentando o seu tímpano na cama numa segunda-feira com a seguinte mensagem: “Levanta vagabundo! Você precisa tomar TANG!” Você fica com raiva da marca.

Desculpa se ofendi alguém, mas vamos pensar com mais criatividade em nossas campanhas publicitárias para este público dos 40 aos 70 anos que todos os dias acessam a internet e que estão conectados online. Somos gente boa, só nos respeitem mais, apenas isso.

Leandro Tissiano

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Qual será o futuro das empresas do futuro?

A parte chata de qualquer trabalho é ter de encarar o que não se gosta de fazer, mas que é necessário ser feito.
continua…

Melhorar as vendas trabalhando as emoções dos clientes

Uma imobiliária estava com um imóvel de alto valor, parado na lista de “não vendidos”, a alguns meses. Não conseguiam fechar negócio, devido ao seu preço.

Os corretores eram extremamente técnicos em suas explicações. As suas análises lembravam as análises de engenheiros e arquitetos, mais do que apenas corretores de imóveis.

Mas estes mesmos corretores tentavam, sem sucesso, fechar algum negócio. Tudo não passava de contatos, até que o dono da imobiliária resolveu contratar um poeta para ver se conseguiria fechar o contrato de venda com aquele imóvel.

continua…

Qual o seu público-alvo?

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Maurício notou que em frente ao seu comércio algumas pessoas estavam tropeçando. Assim que saiu para fora observou que existiam pequenos buracos na calçada.

continua…

Salvem a audiência da Fórmula 1 na TV aberta!

Por que os vídeo games atraem a atenção dos adolescentes e de pessoas mais velhas?

Simples, porque os jogadores estão no comando, e quanto mais interagem dentro dos jogos, melhor é o jogo.

Os jogadores gostam de ter o controle de tudo, e quanto mais liberdade os jogos oferecem, mais interessante e popular ele se torna.

Trazendo essa visão para dentro da Fórmula 1, que a cada dia está perdendo audiência na TV aberta, uma forma de driblar essa queda na audiência seria levar o telespectador para dentro dos carros de corrida.

Aplicativos específicos para os grandes Prêmios de Fórmula 1

Se você pudesse estar dentro da célula de sobrevivência, juntamente com o seu piloto preferido, tendo em sua frente a mesma visão que o piloto está tendo, não seria muito mais emocionante assistir uma corrida de Fórmula 1?

Se você pudesse ver o painel do carro em sua frente, o volante com as marchas sendo trocadas, ou até pudesse escolher uma das câmeras do carro para visualizar o que está acontecendo ao vivo, naquele instante, não seria muito mais realístico?

Talvez a TV aberta esteja muito longe desta tecnologia, mas um aplicativo para ser baixado nos aparelhos móveis, que possa fazer tudo isso pode estar bem próximo de acontecer.

Só não sei de quem seria o interesse maior para comprar esta tecnologia, da FIA, das equipes que participam da Fórmula 1, ou da empresa que é detentora do fornecimento das imagens dos prêmios de Fórmula 1.

O importante é que essa nova geração vai inundar a audiência da Fórmula 1, pois estará trazendo para esses jovens telespectadores o mundo fantástico que é o automobilismo.

A nova geração de telespectadores não gostam mais de atuar como pessoas passivas, mas querem ser ativas, interagirem.

Será o fim da Fórmula 1 na TV aberta?

Mas enquanto essa tecnologia interativa está longe das Tvs abertas, o que elas poderiam fazer?

Essas tomadas de câmera da TV aberta, indo de um lado para outro freneticamente, talvez para deixar mais dinâmico as imagens das corridas, já não funcionam mais, porque a impressão que se tem é que as imagens estão disputando corrida com os carros de Fórmula 1, sendo que os protagonistas devem ser os carros de Fórmula 1, e não as tomadas de cenas diferentes que ocorrem dentro da corrida.

Quanto as imagens das Tvs abertas, mostradas dos grandes prêmios de Fórmula 1, não existe uma tomada de pilotagem, com uma volta inteira, de dentro do carro de Fórmula 1. O telespectador não acompanha nada de dentro do carro do piloto.

A única vez que o telespectador vai para dentro do carro do piloto é quando ele fez uma ultrapassagem ou quando se envolveu em um acidente.

A TV aberta, raras vezes, coloca apenas um pequeno trecho, acompanhando o piloto de dentro do carro, nada mais.

Outra ideia, em alguns momentos, na 10ª volta, na 40ª volta,  e na penúltima volta, seria interessante deixar uma câmera com o ângulo totalmente aberto, posicionada na linha de chegada, em um ângulo de perfil da pista, nem na frente, nem atrás, mas com a mesma visão do torcedor sentado na arquibancada, esperando passar todos os carros, sem alterar o ângulo de cena, para se ter a real noção do tempo de distância entre o primeiro carro e o último carro.

Eu só não sei porque a empresa que faz estas imagens, contratada pela FIA, não se deu conta disso ainda, que as mudanças de câmera e seus ângulos diferentes de cada ponto da pista a cada cinco segundos, como eu já disse, tentando fazer o negócio ficar dinâmico, mais irrita do que agrada. Repetindo, quem tem que correr na pista são os carros, não as câmeras externas do circuito, a não ser que uma ultrapassagem estiver para ocorrer a qualquer momento, entre os primeiros 10 colocados.

Outra imagem que raramente mostra, e que é emocionante de se ver, é uma volta inteira dos primeiros pilotos na pista, de cima do helicóptero. O helicóptero mostra apenas alguns segundos, de uma a três vezes durante a corrida.

São mudanças simples, mas podem revolucionar a forma de transmitir a Fórmula 1. Lembrando que a Fórmula 1 está perdendo audiência, e não torcedores. Prova disso é que todos os grandes prêmios de Fórmula 1 estão com os circuitos cada vez mais lotados, e em compensação a audiência caindo nas Tvs abertas.

O problema é mesmo apenas a Fórmula 1, ou as Tvs abertas também possuem uma parcela de culpa, porque viraram reféns da empresa que transmite as imagens da Fórmula 1?

Por que assistir uma corrida de Fórmula 1 como torcedor, dentro do Circuito de Fórmula 1 é mais emocionante do que assistir corrida pela TV aberta?

Entre diversos fatores, talvez o maior deles seja que a TV aberta não está conseguindo trazer para o telespectador a emoção da pista para dentro da sala do telespectador, não está conseguindo inserir o telespectador para dentro da corrida. A impressão que se tem é que a corrida está mesmo acontecendo a milhares de quilômetros de distância, em um outro país.

Aumentem o ronco dos motores, o som ambiente, e diminuam a voz dos locutores. Diminuam as mudanças de tomadas de câmeras, façam isso apenas nos momentos certos, e passem a transmitir as imagens que contenham a realidade da corrida. Quanto mais a visão de um telespectador ficar próxima de um torcedor, maior será a audiência.

Talvez você diga que está faltando um piloto campeão que represente o Brasil. E eu respondo: Para se ter pilotos campeões no Brasil, antes, as pessoas (telespectadores) precisam gostar de automobilismo. Estes jovens telespectadores podem se transformar nos futuros campeões de Fórmula 1.

O brasileiro é apaixonado por carro. Os grandes prêmios de Fórmula 1 não eram  para estar sendo esquecidos, antes, deveriam estar entre os esportes mais populares de nosso país.

Leandro Tissiano

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CRPP – Conselho Regional de Publicidade e Propaganda

GALO PRO SEU DIA FICAR MELHOR

A importância da Publicidade e Propaganda

A publicidade é incrível porque com ela pode-se despertar emoções, gerar desejos, convencer pessoas e criar novas oportunidades que o mercado não via.

A publicidade também pode mudar o curso da história.

A publicidade ajuda as empresas a serem melhores empresas, ajuda políticos a alcançarem o cargo mais elevado de um país.

A publicidade está em todo o lugar. Mas não é sobre isso que eu quero falar. Quero lembrar apenas que:

continua…